maio 2009


Quem são eles?

Existem diversos tipos de parafusos, mas para fixação em paredes são utilizados os parafusos de alvenaria. Eles são normalmente em aço, com a cabeça chata e com fenda simples. Podem ter rosca por todo o corpo ou ter a parte próxima à cabeça sem rosca. Existem diversos tamanhos, sendo os mais comuns para tarefas rotineiras os de 6mm e 8mm. Esses valores se referem ao diâmetro na parte superior do parafuso (antes da cabeça).

A bucha é um elemento plástico oco com uma rosca interna que casa certinho com o parafuso. Quando o parafuso é rosqueado para dentro da bucha, ela se expande. Suas medidas são referentes aos parafusos com quem casam.

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Lá no átomo

Lembrando as aulas de ciências da escola, todo corpo é formado por átomos. Os átomos são formados por um núcleo, com prótons e nêutrons, rodeado por elétrons. Os prótons são positivos, os elétrons são negativos e os nêutrons são neutros (dã). Lembrando também aquela regra de ouro que diz que “os opostos se atraem”, cargas positivas atraem cargas negativas e vice-versa.

Peguemos agora uma barra de ferro, que também é formada por átomos e que estão cheios de elétrons. Alguns desses elétrons (os da última camada) ficam pulando de um átomo para o outro da barra de ferro. São os chamados elétrons livres. Quando um elétron pula de um átomo A para um átomo B, o A fica com falta de elétrons e o B com excesso, fazendo com que o átomo A fique carregado positivamente (por ter mais prótons que elétrons) e que o átomo B fique carregado negativamente (por ter elétrons demais). Assim, os elétrons que estão pulando na vizinhança serão atraídos pelo átomo A da mesma forma que serão repelidos pelo B. Esse movimento é aleatório e sempre que um átomo perde um elétron ele ganha outro do vizinho, de forma que os átomos fiquem o tempo todo “trocando figurinhas”.

Coloque agora um pacote de átomos carregados positivamente próximo a uma extremidade da barra de ferro – chamemos de extremidade P –  e na outra – extremidade N – coloque outro pacote de átomos, carregados negativamente (com excesso de elétrons). Na extremidade (ou pólo) N os elétrons livres da barra serão repelidos pelos átomos negativos do pacote e vão se afastando da extremidade. De forma semelhante, o pacote de átomos positivos do pólo P vão atrair os elétrons que estão sendo repelidos pelo polo N. O resultado disso é um fluxo de elétrons do pólo negativo para o pólo positivo da barra. Eventualmente, todos os elétrons em excesso do pacote N vão chegar no pacote P. Com isso, os dois pacotes passam a ter a mesma quantidade de prótons e elétrons, ficando neutros. Desse jeito, ninguém atrai nem repele ninguém, cessando o fluxo. É o que acontece quando uma bateria descarrega.

Na bateria, os pacotes – positivo e negativo – são os pólos da bateria. A barra de ferro seria o condutor, que é por onde flui a eletricidade. Em aplicações práticas, essa barra de ferro seria um carrinho a pilha ou um lâmpada, por exemplo.

É por isso que todo equipamento elétrico possui dois fios: um pra cada polo.

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Antes de publicar o primeiro post, vou deixar claro alguns pontos.

Este blog não tem uma proposta acadêmica. Não quero que ninguém comente reclamando que tirou zero em uma prova de física porque escreveu que eletricidade era um balde d’água. O que eu pretendo é falar de uma maneira que todo mundo entenda o básico da teoria para realizar aquela tarefa específica.

Talvez alguns termos sejam distorcidos (propositalmente ou não) com o intuito de facilitar o entendimento. Senhores cientistas de plantão, por favor, entendam isso. Os comentários estão abertos para sugestões, dicas e reclamações.

Esse primeiro post é uma introdução que eu já tinha começado a escrever antes e tem muita falação e pouca ação. Os próximos serão mais direcionados para o dia-a-dia e você poderá por a mão na massa. Porém, eu sou fã incondicional da base teórica. Acredito que se você entende o que está fazendo, você tem menos chance de errar e de contornar imprevistos. Claro que pra trocar um interruptor você não precisa conhecer a estrutura atômica da matéria, mas ajuda a entender porque você não leva um choque quando acende a luz.

E, pra finalizar, os comentários estão abertos a sugestões de coisas pra fazer. Se você sempre quis saber como instalar uma antena de televisão, a oportunidade é essa: pergunte.

Neste blog, eu pretendo colocar algumas dicas, informações e macetes de pequenas tarefas do dia a dia.

Aqui você vai aprender a trocar uma lâmpada, uma resistência de chuveiro elétrico, uma torneira. Aprenderá sobre ferramentas básicas para se ter em casa além de outras coisas.

Os comentários estarão sempre abertos a sugestões sobre qualquer assunto para posts futuros.