Continuando o falatório sobre lâmpadas, vamos falar sobre lâmpada fluorescente, que hoje em dia está sendo substituída pela lâmpada PL, que utiliza o mesmo princípio, mas em uma montagem mais compacta.

A lâmpada incandescente utiliza o calor para gerar luz. Essa forma de iluminação é utilizada pelo homem desde o tempo em que algum mais esperto aprendeu a acender fogueiras, lá nas cavernas ainda. Já a lâmpada fluorescente utiliza um princípio mais elaborado.

Você já deve saber que o átomo é formado por um núcleo, com prótons e nêutrons, e uma ruma de elétrons ao redor. Esses elétrons estão arrumados em camadas, ou seja, estão distribuídos a determinadas distâncias do núcleo e permanecem fixos nessas distâncias quase sempre. Os elétrons mais próximos do núcleo têm menos energia do que os que estão mais distantes. Se um elétron ganhar energia, ele muda para uma camada mais elevada. Quando vai para uma camada inferior, o átomo libera energia. Essa energia é liberada na forma de um negocinho chamado fóton. Fóton é a unidade elementar da energia eletromagnética (só lembrando que luz é uma forma de eletromagnetismo). A lâmpada fluorescente é um tubo cheio de átomos que, de alguma forma, têm seus elétrons mudando de camada e liberando fótons, e, consequentemente, luz.

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